CRIANÇAS INVISÍVEIS 

2019

M. é uma criança habituada a ser usada e devolvida por famílias sucessivas como um produto que não satisfaz o cliente. Cresce numa instituição de acolhimento, onde vai descobrindo o poder da amizade e as armadilhas do desejo e da paixão. Esta é a sua história até chegar à idade adulta, atravessando um processo de invisibilidade, no qual a dor se confunde com a esperança de encontrar uma vida a que possa chamar sua. Ao seu lado existem outras crianças e ainda Conceição, a assistente social que escolhe amar M. incondicionalmente.
As Crianças Invisíveis é um romance que alia um exercício literário ímpar a um profundo trabalho de investigação sobre abandono, maus-tratos e adopção. Construindo toda a narrativa de uma maneira muito original, sem identificar o sexo das crianças, e a partir do olhar delas, a escrita límpida, poderosa e cirúrgica de Patrícia Reis conduz-nos, neste romance avassalador, através dos sonhos, do medo e da intimidade de um conjunto de personagens que percorrem a infância e a adolescência sem pai, nem mãe, nem identidade.

A CONSTRUÇÃO DO VAZIO

2017

Sofia é uma menina -tesoura que sobrevive a uma relação de violência e abuso e cresce com a convicção de que a maldade supera tudo. Será possível atenuar a dor? Como se resiste ao fantasma real da infância?Que decisões partem dessa memória e podem limitar a vida? Sofia abriga-se na amizade de três homens, Eduardo, Jaime e Lourenço, e vive sem desejo, sem vontade, de construção em construção, sendo o vazio o objectivo final. Esta personagem surge pela primeira vez no livro Por Este Mundo Acima (2011) e faz parte do território ficcional da autora que, com A Construção do Vazio, termina um ciclo de três narrativas independentes iniciado em 2008, com o romance No Silêncio de Deus.

GRAMÁTICA DO MEDO

2016

Amigas inseparáveis, Mariana e Sara partilham tudo desde que se conhecem (um curso de teatro e cinema, uma carreira difícil, amigos, ex-namorados, dinheiro e um quotidiano nem sempre fácil), até ao dia em que uma delas desaparece, misteriosamente, durante um cruzeiro pelo Mediterrâneo. Poucas são as pistas que deixa atrás de si mas, numa demanda que a irá levar a correr mais de metade da Europa, Sara tenta encontrá-la. O que vai descobrindo leva-a a perceber que, afinal, há muita coisa na vida da amiga que desconhece. Porque desapareceu Mariana, que fantasmas a perseguiam, do que quis fugir? Numa viagem simultaneamente interior e geográfica, esta é também a história do desaparecimento do sujeito na civilização actual, da dissociação da vida comum, da fragmentação da memória e da ténue fronteira entre ficção e realidade.

O QUE NOS SEPARA DOS OUTROS POR CAUSA DE UM COPO DE WHISKY

2014

Um homem está sozinho num bar, em Macau. Longe da pátria, mas afogado no whisky e nas memórias – pequenos momentos, frases, acontecimentos que vão derretendo como o gelo no fundo do copo. A sua interlocutora imaginária é a mulher estranha que está do outro lado do balcão. Uma mulher que lhe parece ser uma potencial salvação, mas que se torna apenas o eco do seu monólogo interior. Ela não sabe quem ele é e tão-pouco falam o mesmo idioma. Raramente o encara. Ele continua a contar-lhe a sua história de vida. Por pedaços. De forma não-linear. Ao mesmo tempo, inventa-lhe diversos cenários. Será ela alguém que, como o personagem principal, é um acumular de histórias ou de banalidades? Como tudo na vida… No fim da noite, as ideias pouco claras, o homem recusa-se a saber de si ou a pedir ajuda. Mantém -se, imóvel, a pontificar sobre os desastres da sua existência. 

CONTRACORPO

2013

Uma mulher fica viúva com dois filhos. Alguns anos depois da morte do marido, a vida não se refez e o filho mais velho, agora adolescente, cresce contra a mãe, num silêncio obstinado que só quebra nas histórias que se conta para adormecer e nos desenhos que faz de forma compulsiva. Com o anúncio do chumbo escolar, a mãe decide, sem grandes reflexões, fazer uma viagem com este filho, deixando o pequeno com os avós. Não se trata de uma viagem com destino, mas antes uma procura.
Contracorpo é um livro contra o silêncio e sobre o silêncio. É uma história de procura de identidades distintas – da mulher e do quase-homem – e ainda de descobertas.
Uma mãe nunca é o que se espera.
Um filho é sempre uma surpresa.
O encontro dá -se enquanto procuram caminhos, de Lisboa a Roma, num jogo de claro-escuro. Como se tudo fosse uma imagem.

POR ESTE MUNDO ACIMA

2011

Um cenário de terrível desastre assola Lisboa. Entre os sobreviventes há um velho editor procurando amigos e amores desaparecidos. Encontra um manuscrito e um rapaz e, neles, a porta para uma outra dimensão da vida.
Por Este Mundo Acima é a consagração dessa melhor forma de amor a que chamamos amizade. Uma história sobre a importância redentora dos livros.

ANTES DE SER FELIZ

2009

O princípio possível começa na Figueira da Foz, uma cidade que é uma espécie de décor, guardiã de memórias de Verão e outras vivências. Um miúdo apaixona -se na idade em que os sentimentos são voláteis e sem importância. O objecto do seu amor é uma rapariga difícil, esquiva e perturbada. Há a morte da mãe dela, as tardes de praia no areal imenso, as idas a Buarcos, as festas do Casino. E ainda um pai tímido e um tio criativo atrelado a um cão chamado Tejo. O amor não se desfaz com o tempo. O miúdo chega a rapaz e depois faz -se homem. Parte para Lisboa mas regressa sempre, como uma fatalidade. Espera que ela, a mulher que o obriga a parar no tempo, volte também à cidade, tome conta da sua herança e lhe dê outra vida. Enquanto espera, acompanha o pai dela na doença, e organiza papéis e pensamentos. Herda a casa que, em tempos, foi chão sagrado para ela; ela, que finge que não está. Antes de ser feliz, ele prepara -se para o confronto. Quando ela chegar por fim, quando terminar a fuga, ele estará preparado.

NO SILÊNCIO DE DEUS

2008

Um escritor descobre que está a morrer.
Uma jornalista tenta desvendá-lo. Ambos procuram a redenção. Encenam uma fuga à realidade. Três cidades: Lisboa, Jerusalém, Amesterdão. 
E ainda uma prostituta, um barman, um médico homeopata. A possibilidade da salvação e a procura da humanidade. 
As falhas de cada um. O passado como identidade. Um fado. Vários livros. Dor e consternação. 
No fim, sem medo, uma ideia melhor.

MORDER-TE O CORAÇÃO

2007

«Este romance é uma viagem alucinante pelos labirintos do desejo e da solidão, que nos arrasta para lá das convenções dos géneros e do sexo, conduzindo-nos ao conhecimento da vertigem. A escrita transparente e comunicante de Patrícia Reis ganha corpo e espessura nesta narrativa polifónica orquestrada pela obsessão do Grande Amor – aquela luz infinita que simultaneamente cega e acende a verdade íntima de cada um de nós. Este livro morde-nos, de facto, o coração – e é para isso que servem os bons livros.»
INÊS PEDROSA (contracapa do livro)

 
 

AS CRIANÇAS INVISÍVEIS 

2019

M. é uma criança habituada a ser usada e devolvida por famílias sucessivas como um produto que não satisfaz o cliente. Cresce numa instituição de acolhimento, onde vai descobrindo o poder da amizade e as armadilhas do desejo e da paixão. Esta é a sua história até chegar à idade adulta, atravessando um processo de invisibilidade, no qual a dor se confunde com a esperança de encontrar uma vida a que possa chamar sua. Ao seu lado existem outras crianças e ainda Conceição, a assistente social que escolhe amar M. incondicionalmente.
As Crianças Invisíveis é um romance que alia um exercício literário ímpar a um profundo trabalho de investigação sobre abandono, maus-tratos e adopção. Construindo toda a narrativa de uma maneira muito original, sem identificar o sexo das crianças, e a partir do olhar delas, a escrita límpida, poderosa e cirúrgica de Patrícia Reis conduz-nos, neste romance avassalador, através dos sonhos, do medo e da intimidade de um conjunto de personagens que percorrem a infância e a adolescência sem pai, nem mãe, nem identidade.

A CONSTRUÇÃO DO VAZIO

2017

Sofia é uma menina-tesoura que sobrevive a uma relação de violência e abuso e cresce com a convicção de que a maldade supera tudo. Será possível atenuar a dor? Como se resiste ao fantasma real da infância?Que decisões partem dessa memória e podem limitar a vida? Sofia abriga-se na amizade de três homens, Eduardo, Jaime e Lourenço, e vive sem desejo, sem vontade, de construção em construção, sendo o vazio o objectivo final. Esta personagem surge pela primeira vez no livro Por Este Mundo Acima (2011) e faz parte do território ficcional da autora, que, com A Construção do Vazio, termina um ciclo de três narrativas independentes iniciado em 2008, com o romance No Silêncio de Deus.

GRAMÁTICA DO MEDO

2016

Amigas inseparáveis, Mariana e Sara partilham tudo desde que se conhecem (um curso de teatro e cinema, uma carreira difícil, amigos, ex-namorados, dinheiro e um quotidiano nem sempre fácil), até ao dia em que uma delas desaparece, misteriosamente, durante um cruzeiro pelo Mediterrâneo. Poucas são as pistas que deixa atrás de si mas, numa demanda que a irá levar a correr mais de metade da Europa, Sara tenta encontrá-la. O que vai descobrindo leva-a a perceber que, afinal, há muita coisa na vida da amiga que desconhece. Porque desapareceu Mariana, que fantasmas a perseguiam, do que quis fugir? Numa viagem simultaneamente interior e geográfica, esta é também a história do desaparecimento do sujeito na civilização actual, da dissociação da vida comum, da fragmentação da memória e da ténue fronteira entre ficção e realidade.

O QUE NOS SEPARA DOS OUTROS POR CAUSA DE UM COPO DE WHISKY

2014

Um homem está sozinho num bar, em Macau. Longe da pátria, mas afogado no whisky e nas memórias – pequenos momentos, frases, acontecimentos que vão derretendo como o gelo no fundo do copo. A sua interlocutora imaginária é a mulher estranha que está do outro lado do balcão. Uma mulher que lhe parece ser uma potencial salvação, mas que se torna apenas no eco do seu monólogo interior. Ela não sabe quem ele é e tão-pouco falam o mesmo idioma. Raramente o encara. Ele continua a contar-lhe a sua história de vida. Por pedaços. De forma não-linear. Ao mesmo tempo, inventa-lhe diversos cenários. Será ela alguém que, como o personagem principal, é um acumular de histórias ou de banalidades? Como tudo na vida… No fim da noite, as ideias pouco claras, o homem recusa-se a saber de si ou a pedir ajuda. Mantém -se, imóvel, a pontificar sobre os desastres da sua existência. 

CONTRACORPO

2013

Uma mulher fica viúva com dois filhos. Alguns anos depois da morte do marido, a vida não se refez e o filho mais velho, agora adolescente, cresce contra a mãe, num silêncio obstinado que só quebra nas histórias que se conta para adormecer e nos desenhos que faz de forma compulsiva. Com o anúncio do chumbo escolar, a mãe decide, sem grandes reflexões, fazer uma viagem com este filho, deixando o pequeno com os avós. Não se trata de uma viagem com destino, mas antes uma procura.

Contracorpo é um livro contra o silêncio e sobre o silêncio. É uma história de procura de identidades distintas – da mulher e do quase-homem – e ainda de descobertas. Uma mãe nunca é o que se espera. Um filho é sempre uma surpresa. O encontro dá -se enquanto procuram caminhos, de Lisboa a Roma, num jogo de claro-escuro. Como se tudo fosse uma imagem.

POR ESTE MUNDO ACIMA

2011

Um cenário de terrível desastre assola Lisboa. Entre os sobreviventes há um velho editor procurando amigos e amores desaparecidos. Encontra um manuscrito e um rapaz e, neles, a porta para uma outra dimensão da vida.

Por Este Mundo Acima é a consagração dessa melhor forma de amor a que chamamos amizade. Uma história sobre a importância redentora dos livros.

ANTES DE SER FELIZ

2009

O princípio possível começa na Figueira da Foz, uma cidade que é uma espécie de décor, guardiã de memórias de Verão e outras vivências. Um miúdo apaixona-se na idade em que os sentimentos são voláteis e sem importância. O objecto do seu amor é uma rapariga difícil, esquiva e perturbada. Há a morte da mãe dela, as tardes de praia no areal imenso, as idas a Buarcos, as festas do Casino. E ainda um pai tímido e um tio criativo atrelado a um cão chamado Tejo. O amor não se desfaz com o tempo. O miúdo chega a rapaz e depois faz -se homem. Parte para Lisboa mas regressa sempre, como uma fatalidade. Espera que ela, a mulher que o obriga a parar no tempo, volte também à cidade, tome conta da sua herança e lhe dê outra vida. Enquanto espera, acompanha o pai dela na doença, e organiza papéis e pensamentos. Herda a casa que, em tempos, foi chão sagrado para ela; ela, que finge que não está. Antes de ser feliz, ele prepara-se para o confronto. Quando ela chegar por fim, quando terminar a fuga, ele estará preparado.

NO SILÊNCIO DE DEUS

2008

Um escritor descobre que está a morrer. Uma jornalista tenta desvendá-lo. Ambos procuram a redenção. Encenam uma fuga à realidade. Três cidades: Lisboa, Jerusalém, Amesterdão. E ainda uma prostituta, um barman, um médico homeopata. A possibilidade da salvação e a procura da humanidade. As falhas de cada um. O passado como identidade. Um fado. Vários livros. Dor e consternação. No fim, sem medo, uma ideia melhor.

MORDER-TE O CORAÇÃO

2007

«Este romance é uma viagem alucinante pelos labirintos do desejo e da solidão, que nos arrasta para lá das convenções dos géneros e do sexo, conduzindo-nos ao conhecimento da vertigem. A escrita transparente e comunicante de Patrícia Reis ganha corpo e espessura nesta narrativa polifónica orquestrada pela obsessão do Grande Amor – aquela luz infinita que simultaneamente cega e acende a verdade íntima de cada um de nós. Este livro morde-nos, de facto, o coração – e é para isso que servem os bons livros.»
INÊS PEDROSA (contracapa do livro)

BEIJA-ME

2006

Os mais famosos beijos do cinema.

Álbum ilustrado. Uma reinterpretação fotográfica da arte do beijo. A arte dos realizadores, dos actores, a luz, os fundos, o enquadramento. Fotos de João Vilhena. Patrícia Reis associou-se com histórias e frases soltas plenas de poesia e erotismo. Grafismo de Hugo Neves.

AMOR EM SEGUNDA MÃO

2006

«Se o primeiro romance de Patrícia Reis (Cruz das Almas) era uma espécie de anti-saga familiar, em que todas as personagens pareciam quase talhadas para um destino exemplar, Amor em Segunda Mão constrói-se como um puzzle onde falta sempre uma peça para que o quadro fique completo. As personagens deste romance seco, cortante, falsamente vertiginoso, definem-se como silhuetas recortadas sobre um fundo indistinto que é uma floresta de equívocos: os que são gerados por sucessivas aproximações a uma difusa ideia de felicidade, que invariavelmente desemboca na descoberta de qualquer coisa que não pertence àquela história, a doença de uma, a sexualidade tardiamente descoberta de outro, os encontros e desencontros vaga ou sinceramente amorosos entre os restantes: ninguém escapa ileso ao inevitável desencanto da vida vivida, ninguém se ergue acima da repetição e da usura, ninguém entra a sério num jogo que só pode ser vivido a dois – se é que tal jogo verdadeiramente existe. Como chegaram ali é coisa que, num audacioso golpe de composição, a autora apenas revela depois do que veio depois, ou seja, dois anos antes. E, num mundo em que os homens andam perdidos, só Júlia parece encontrar o silêncio que redime todas as palavras: é um cavalo, chama-se Romeu, e não pode haver nome mais feliz, porque todas as mulheres aspiram a ter um Romeu – mesmo que não se chamem Júlia.»

ANTÓNIO MEGA FERREIRA (texto de apresentação do livro)

CRUZ DAS ALMAS

2004

António percebe tarde demais que a vida não se refaz, vive-se. Numa reflexão sobre o que não fez, a sua história é relatada por várias personagens: o companheiro do tempo de faculdade, o filho em terras de África, a mulher com quem casou e a mulher que lhe roubou o coração. Cruz das Almas é uma história marcadamente portuguesa, o primeiro romance de Patrícia Reis, com ilustrações de Rodrigo Saias. Uma escrita de uma enorme sensibilidade que revela um novo talento literário.

LITERATURA INFANTO-JUVENIL

CAROLINA GO GIRLS

2015 - 2016 | Colecção

A vida da Carolina dava um filme, tal como a de tantas outras raparigas da sua idade. Sempre com as suas três amigas ao seu lado, a Carolina enfrenta todas as peripécias da vida adolescente: os primeiros namoros (e desilusões), a separação dos pais, as saídas à noite, o drama de saber o que se vai vestir, ou a pressão para passar nos exames.

O DIÁRIO DO MICAS

2008 - 2015 | Colecção

O Micas, o irmão e os melhores amigos descobrem os museus portugueses de norte a sul e enfrentam mistérios, ladrões, histórias do passado. Esta colecção está no Plano Nacional de Leitura. 

A FADA DORINDA E A BRUXA DO MAR

2008 

A Fada Dorinda nasceu no mar, num sítio lindo e cheio de vida. Fez amigos e conheceu o oceano, mas do outro lado da barreira de coral estava o desconhecido e uma aventura de cortar a respiração. Como é que a Fada Dorinda poderá escapar das malhas da Bruxa do Mar? Será que consegue? 

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 2º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma.

 

XAVIER, O LIVRO ESQUECIDO E O DRAGÃO ENFEITIÇADO

2007 

Dentro de um livro de histórias encantadas vive um dragão chamado Semigu e uma fada de nome Dorinda. O dragão não está para brincadeiras e a fada, mimada, enfeitiça-o e tira-lhe o poder de cuspir fogo. Semigu, desesperado, atira Dorinda para fora do livro e aí começa uma grande aventura no quarto de Xavier. Será que o dragão e a fada conseguem fazer as pazes? Será que o Xavier descobre que os livros também têm boas histórias para contar?

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 3º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma.